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Desigualdade de renda entre pessoas negras e brancas

 

Até 2015, a renda da população preta se mostrava crescente, entretanto os recentes dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que entre 2015 e o primeiro trimestre deste ano, houve uma queda de 1,6% da remuneração das pessoas autodeclaradas pretas e uma variação positiva de 0,8% para os brancos. A explicação para a baixa neste período é um dado do Ipea de 2015: a inserção no mercado de trabalho; o número de brancos empregados é bem maior do que o de negros, que estão empregados sem carteira ou executando serviços informais e autônomos.

Economistas avaliam que o negro tem sido a principal parcela da população que trabalha na área de construção civil e beneficiários das políticas de salário mínimo. As explicações tendem além da economia, para o âmbito social, em que o negro ainda é vítima da visão racista do mercado de trabalho. Em estudos de perfil racial e de gênero com mais de 500 grandes empresas no Brasil, o acesso a educação de ensino superior tem acrescido o número de pessoas negras nas vagas de aprendiz, estagiário e trainee, o que, segundo especialistas desconstrói o estigma racista de que o negro não possui capacidade intelectual de cumprir determinadas tarefas. A Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero promovida pelo Instituto Ethos surgiu no intuito de eliminar as discriminações no meio corporativo.

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